Pituitary tumors are present in approximately 15% of the population and are often discovered incidentally during imaging for headache evaluation. Headaches are prevalent in patients with pituitary adenomas, occurring in 37-70% of cases. However, determining whether the tumor itself causes the pain is frequently challenging.
Case presentationA 27-year-old woman presented with progressive daily holocranial headaches, photophobia, phonophobia, nausea, and secondary amenorrhea. Laboratory tests and pituitary imaging confirmed a macroprolactinoma. Initial treatment with cabergoline and bromocriptine was unsuccessful due to intolerable side effects. Transsphenoidal surgery produced marked clinical improvement and a partial reduction in serum prolactin. However, tumor regrowth occurred with recurrence of daily headaches, and a second surgery was delayed due to the COVID-19 pandemic. Multiple medical treatments, which included topiramate, divalproex sodium, amitriptyline, propranolol, and riboflavin with magnesium resulted in no improvement. After the second neurosurgery, she presented normoprolactinemia with no residual tumor and once again a complete resolution of the headache episodes.
DiscussionRisk factors for headache related to adenoma include high prolactin or IGF-1 levels, cavernous sinus invasion (but not adenoma size), and a history of primary headache disorder. International diagnosis criteria emphasize headache resolution following endocrine normalization or tumor removal.
ConclusionThis case highlights the intricate relationship between prolactinomas and headaches, underscoring the need for individualized treatment strategies.
Resumo IntroduçãoOs tumores hipofisários estão presentes em aproximadamente 15% da população e são frequentemente descobertos incidentalmente durante exames de imagem para avaliação de cefaleia. Cefaleias são prevalentes em pacientes com adenomas hipofisários, ocorrendo em 37-70% dos casos. No entanto, determinar se o próprio tumor causa a dor é frequentemente um desafio.
Apresentação do casoUma mulher de 27 anos apresentou cefaleia holocraniana diária progressiva, fotofobia, fonofobia, náuseas e amenorreia secundária. Exames laboratoriais e exames de imagem da hipófise confirmaram um macroprolactinoma. O tratamento inicial com cabergolina e bromocriptina não obteve sucesso devido a efeitos colaterais intoleráveis. A cirurgia transesfenoidal produziu melhora clínica significativa e redução parcial da prolactina sérica. No entanto, houve recidiva do tumor com recorrência das cefaleias diárias, e uma segunda cirurgia foi adiada devido à pandemia de COVID-19. Diversos tratamentos medicamentosos, incluindo topiramato, divalproato de sódio, amitriptilina, propranolol e riboflavina com magnésio, não resultaram em melhora. Após a segunda neurocirurgia, ela apresentou normoprolactinemia sem tumor residual e, mais uma vez, resolução completa dos episódios de cefaleia.
DiscussãoOs fatores de risco para cefaleia relacionada a adenoma incluem níveis elevados de prolactina ou IGF-1, invasão do seio cavernoso (mas não o tamanho do adenoma) e histórico de cefaleia primária. Os critérios diagnósticos internacionais enfatizam a resolução da cefaleia após a normalização endócrina ou a remoção do tumor.
ConclusãoEste caso destaca a relação complexa entre prolactinomas e cefaleias, ressaltando a necessidade de estratégias de tratamento individualizadas.
Keywords prolactin - prolactinoma - pituitary tumor - headache - migraine Palavras-chave prolactina - prolactinoma - tumor hipofisário - cefaleia - enxaqueca Ethics Approval and Consent to ParticipateSigned informed consent has been obtained directly from the patient. This study was approved by the Research Ethics Committee of Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (CAAE: 80733624.1.0000.0068).
Publication HistoryReceived: 15 September 2025
Accepted: 10 November 2025
Article published online:
29 December 2025
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